O tempo acabou e nada foi feito.
Houve tempo para que fosse.
Houve pouco tempo.
Sempre é pouco tempo.
E não consigo contar os cacos.
Não consigo evitar que se quebrem novamente.
É uma incógnita.
O dia passa sem influência nenhuma,
nos dias que vêm depois dele.
Não há prevenção.
Não sei, e agora já não importa.
Até que venha outro dia igual.
Daí tudo começa de novo
E não segui velhas receitas.
De seguir em frente a qualquer custo.
A fórmula pragmática não deu certo.
É difícil aceitar que errei.
E que não há tempo para consertar.
Há tempo para um novo dia.
E nesse dia a sombra do velho ainda existe.
Mas não há dia sem sombras.
Se é aí que a sombra quer se esconder.
É aí que eu a enfrentarei.
Venha novo dia.
Venha velho dia.
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